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| tirem as crianças da sala! |
Certa vez, em aula, falamos de colagem como forma de expressar alguma ideia sem necessariamente desenhar. Agrupar imagens de revistas, livros ou até mesmo elementos gráficos para dar certo efeito visual e passar uma ideia. Uma coisa um pouco
situacionista, se você analisar alguns
exemplos.
Também chamado de collage, era um dos subterfúgios de caras como Max Ernst, que tiverem seu trabalho exposto no MASP ano passado - ele fazia colagem com gravuras. Enfim, essa era a parte do como. Agora vem o porquê.
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| remix visual |
Assitimos a um
vídeo do Mundo S/A sobre a Maurício de Sousa Produções - sobre como uma indústria de quadrinhos (¿) milionária como essa administra seus roteiristas, desenhistas, distribuição global de revistas e, ufa, ainda assim, suas marcas de fraldas descartáveis e lencinhos umedecidos. Paralelamente, lemos
um texto do Bill Waterson, criador do Calvin, contando sua luta com a Universal, que queria porque queria criar uma marca com a cara do Calvin e Haroldo para obter lucros astronômicos, coisa que Watterson se recusou até o último minuto a deixar acontecer - e, inclusive, desistiu de continuar com a produção das tirinhas por conta da pressão vampírica da empresa.
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tirinha magoada com os grandes empresários
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Partindo disso, fizemos um exercício de HQ com colagem. O que saiu disso é bem variado, cada um recebeu e retransmitiu de uma forma o que viu. Em geral, os resultados são bem engraçados!
Para finalizar com chave de ouro a postagem, um ótimo exemplo de maestria com colagem, de Terry Gilliam - e em animação! -, na abertura do Flying Circus, do Monty Python.
A abertura do Flying Circus é muito engraçada! rs
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